Bem vindos de volta à minha experiência na cidade do Amor.

No último texto ficamos na chegada ao hotel depois de um dia passado na Disney. No terceiro dia, acordamos cedo para aproveitar, depois de um pequeno almoço reforçado, avançamos até Notre-Dame. catedral cuja construção se iniciou a 1163 , de estilo gótico, dedicada a Maria, mãe de Jesus Cristo.

Por ruas e ruelas, subimos até ao Panteão, aqui não entramos, achamos que nos esperariam monumentos onde faria mais sentido visitar.

Seguimos caminho, paramos nos Jardins do Luxemburgo, onde estivemos a apurar todos os sentidos, aproveitando o sol quente as cores e os cheiros que este jardim nos proporciona, aproveitamos ainda para saborear um chocolate quente, o meu era delicioso, tinha um travo a caramelo.

Energias recuperadas, fomos até à margem do rio Sena. Claro que não podíamos deixar de tirar fotos à Ponte das Artes, famosa pelas declarações de amor relatadas em todos aqueles cadeados.

Por falar nisso, li esta semana, que a remoção de todos estes cadeados ficou concluída ao fim de 18 meses, o Município de Paris conseguiu juntar 65 toneladas de metal. Por ser um material rentável, a autarquia decidiu colocar 10 toneladas à venda, na expectativa que as pessoas queiram comprar um pouco da história da cidade. O intuito é doar a receita a grupos de integração de refugiados.
Voltando à nossa viagem…

Fomos até à praça do Louvre, uma praça com tanto para ver, deslumbrante! Estivemos a admirar tamanha imponência, por fim decidimos não visitar neste dia o Louvre, a fila era enorme e como só nos faltava um dia, não podíamos ir embora sem subir à Torre Eiffel.

Finalmente, pernas ao caminho em direção à Torre Eiffel, a ansiedade fez com que nos esquecêssemos da fila imensa que aguentamos para subir… Valeu a pena, que paisagem!
Estafados, jantamos e fomos descansar, esperava-nos mais um dia de caminhada.

Já com o pequeno almoço tomado, dirigimo-nos à famosa avenida Champs Elysees, que loucura! Os rapazes perderam-se nas lojas de carros que há avenida fora, e nós eu e a D com as montras da Cartier, Louis Vitton, etc… Típico!

Paramos junto ao Arco do Triunfo, construído em comemoração às vitórias militares do Napoleão Bonaparte.

Como a onda deste dia era descobrir e apreciar o comércio, nada melhor do que visitar as Galerias Lafayette, a decoração de Natal torna este espaço mágico. Aconselho vivamente a subir até ao último andar para admirar a vista do terraço. Daqui vê-se o conservatório de música e a ópera de Paris, dois monumentos lindíssimos. Tentamos ir visitar a ópera de Paris mas já tinha saído o último grupo para a visita.



Jantamos numa pizzaria bastante comum perto da Ópera de Paris, apanhamos o metro e saímos na estação de metro “Pigalle” (embora haja uma estação de metro mais próxima:”Blanche”.), para tirarmos pelo menos uma foto em frente a um dos cabarés mais famosos, “Moulin Rouge”, fica no boulevard de Clichy, bairro mais boêmio de Paris, famoso pela sua agitada vida noturna.

De volta para o Porto, resta-nos as recordações e a vontade de lá voltar, talvez com uma visita a Versalhes, quem sabe!?
Dicas:
– Refeições nestes dias, são corridas, por isso optamos por sandes e assim não “perdemos” muito tempo;
– A maioria dos monumentos e museus permanecem fechados às segundas ou as terças e em alguns feriados, estes abrem habitualmente as 10h00 e encerram as 17h00 ou 18h00;
– Se a vossa intenção for visitar todos os monumentos poderá compensar-vos um cartão “Paris Museum Pass”, permite o bilhete, sem espera, em cerca de 60 locais de Paris e da sua região. À venda na internet em parisinfo.com;
– Aconselho a arranjarem um mapa para se orientarem melhor, caso a intenção seja ir em descoberta.













